Um Paraíso para Eva é um chamado
à recriação do mundo, por todas nós, juntas, de mãos dadas. É a busca por uma
vida segura, um retorno às estradas que podem nos levar ao nosso lugar de
origem, ao nosso paraíso. Este pedaço de paraíso será construído e adornado por
muitas mãos, tantas quantas forem possíveis e, assim, honraremos a existência
das que vieram antes de nós, Evas e Liliths.
Na literatura das Carolinas e
Clarices, um convite a nos olharmos no espelho e fazer ecoar, também, nossas
vozes, histórias e memórias, pela celebração dos caminhos vividos até aqui, em
que as palavras postas serão retratos emoldurados da dignidade, inteireza,
consciência, bravura, resistência, beleza e amor, personificadas, por nós, em
Elzas e Helenas.
Imersas em palavras lidas, escritas, estranhas
ou encantadoras, esta será uma vivência da expressão de nós, dos tesouros
guardados em nossas entranhas, sagradas como o ventre da Mãe Terra. Pelos
encontros com tantas mulheres, reafirmaremos a força que nos torna plenas,
seguras, livres e, assim, teremos coragem para seguir o caminho que escolhemos
na verdade de sermos Kátias e Fernandas.
Meninas é como eu disse pra vcs;
ResponderExcluirUm dia podemos até nos ferir, nos ofender, nos mágoar ou até mesmo nos decepcionar.
Mas nesses últimos dias o que podemos é verdadeiramente lhes amar!
Amar pelo projeto, amar pelo livro, amar por nos apresentar Carolina e Clarice, e lhes amar porque vcs foram Leticia e Fernanda (a Lele e a Fe como eu as apelidei ) . E esses dias,por mais que o futuro venha, pois nada pode impedir que ele venha e talvez venha de uma forma diferente, nem ele, o futuro e nem ninguém poderá apaga-los de nossas vidas. Como disse Carolina de Jesus " Assim como as palavras escritas , as pessoas jamais poderão ser apagadas.
E em nossos corações gratos estão eacritos
Leticia e Fernanda.
Bjs que Deus continue usando- as como canal de Bênçãos na vida das pessoas.
Tudo o que compartilhamos está gravado para sempre em nossas histórias e em nossos corações. Nossos eternos agradecimentos. E que o amor prevaleça sempre nas narrativas do nosso presente e do nosso futuro. Muito obrigada, Daci.
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